terça-feira, 11 de outubro de 2011

 
Você percebeu que ele estava triste e se sentia sozinho? Creio que sim, mas, você percebeu que você poderia ser um dos motivos de sua infelicidade?

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

E por detrás daquela tímida menina se escondia uma jovem madura, que só queria entender como o mundo funcionava, que só queria realizar seus sonhos, que não tinha medo de mostrar seus sentimentos e de expor suas idéias, que tinha esperança.
Sabrina Barbosa
Cometi erros, e aprendi. Me iludi, e me decepcionei. Cresci, e amadureci. Levei um tombo, e aprendi a me levantar. E foi assim que a vida me ensinou a ser forte.
Sabrina Barbosa
Sim, machuca, e muito. Eu sei que é brincadeira, mas magoa. Palavras me cortaram, algumas foram ditas em tom de brincadeira, outras foram ditas seriamente. Então, pense muito bem antes de dizer um “você é feia”, “você é gorda” para alguém, por mais que seja brincadeira, você não sabe o quanto meras palavras podem atingir uma pessoa.
Sabrina Barbosa
Quando eu crescer, eu quero ser feliz.
Sabrina Barbosa
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Deixe-se ser ferido pelos espinhos, só assim poderá sentir o doce perfume da rosa.
Sabrina Barbosa

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

E eu, cansada, resolvi me refugiar no meu mundo, eu apenas fecho meus olhos, mas fora desse mundo, tudo permanece o mesmo.
Sabrina Barbosa
E quando me vem aquele pensamento “Desista, você não consegue”, eu ouço uma vozinha, bem pequena, chamada Esperança, que me diz “Acredite que tudo pode mudar, não perca a fé”.
Sabrina Barbosa
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Era inverno, estava frio lá fora, os flocos de neve caiam do céu, e o sinistro som do vento batia na janela, ela, triste, sonhadora, iludida. Ele, distante, sofrendo, cansado. Sentiam falta um do outro. Era frio, e dois corações apaixonados estavam separados, novamente. A distância? Não, ela não era a culpada. O verdadeiro culpado dessa desunião era o orgulho.
Sabrina Barbosa
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E a primavera havia chegado, as flores desabrocharam, revelando seu colorido insano e os pássaros cantavam felizes.
E lá estava ela, junto ao seu anjo, deitados na grama molhada pela neve, derretida pelos raios do sol.
- E com o inverno, partirei - disse o anjo.
E então as lágrimas começaram a rolar pelo rosto dela, ela sabia o “adeus”, um dia chegaria.
-Oh! Não chores, minha pequena - disse o anjo, retirando uma mecha de seu cabelo de seu rosto - Vê-la chorar é como sentir uma faca afiada cortando meu coração.
-Tu voltarás? - soluçou ela.
-Ouça - disse o anjo, pegando a mão dela e colocando em seu peito - Sente esse coração? Tu o roubaste de mim, ficarás com ele.
E os olhos dela, encharcados pelas lágrimas, encontraram-se com os do anjo, transformando-se em um beijo.
- Por que ainda choras, pequena? - perguntou o anjo - Um dia voltarei, tens meu coração como prova disso.
E assim, o anjo partiu.
Sabrina Barbosa
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E ela tinha algo que já morreu em muitas pessoas, o poder de sonhar. Ela estava perseguindo seus sonhos.
Sabrina Barbosa
Não imite os outros. Qual é a graça de sermos todos iguais? Deus nos fez diferentes, e somo especiais por isso. Seja feliz, da maneira que você quer ser, não viva para agradar o outros, sempre vai ter alguém que não gostará de seu jeito, de sua aparência, então, mude apenas por você. É diferente? Isso é ótimo. Deus te ama, não importa como você é por fora.
Sabrina Barbosa
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Havia um fantasma que assombrava minha alma e estampava horror em minha face.
-Tu não consegues - sussurrava o fantasma em meu ouvido, em um tom sinistro que gelava minha alma.
O fantasma era feito de palavras e o opiniões, alimentado de ódio e inveja.
O fantasma chamava-se medo.
Sabrina Barbosa
Prédios altos, poucas árvores, vida monótoma na cidade. As mesmas ruas, os mesmos edifícios, a mesma paisagem urbana, sem graça. Vontade de sair e ver o mar, explorar esse mundo abençoado por Deus.
Sabrina Barbosa

Antes, eu era alegre, feliz, acreditava que o mundo era perfeito, percebi que estava enganada.
Agora, fria, magoada, triste, mas, ainda não morreu em mim a esperança e o poder de acreditar que um dia tudo vai dar certo, acho que só preciso esperar.
Sabrina Barbosa
Lembro-me da primeira vez em que vi a verdadeira face das pessoas. Eu havia acabado de levar um tombo, meu coração doía e minha alma chorava, e a partir dessa queda, eu passei a enxergar o mundo com outros olhos, comecei a ver a verdade e a enfrentar a realidade.
Sabrina Barbosa
Esperando a primavera acabar. Esperando o inverno voltar. Vendo a vida passar. Esperando alguém voltar. Alguém… Que sei que nunca voltará.
Sabrina Barbosa
Costumava acordar antes do sol, nas madrugadas de domingo. Vê-lo despertar no céu, colocando-se no lugar da lua.
De manhã, me sentava no telhado e observava as crianças brincando, observava seus sorrisos inocentes e olhares ingênuos, ouvia suas reclamações ao meio-dia, quando as mães as chamavam para o almoço. Passava o dia lendo e observando as pessoas. É, era isso que eu gostava de fazer, observar, aprendi a observar a paisagem, a observar as pessoas, a observar a vida. Observava um jovem casal de namorados, deveriam ser um pouco mais velhos que eu, eu os observava entregando-se um nos braços do outro, entre juras de amor e demonstrações de carinho. Ao fim da tarde eu sempre via uma velha senhora. Ela sempre se sentava em um banco do outro lado de minha rua.
Era curioso seu olhar, acho que recordava todas as emoções já vividas, enquanto eu imaginava todas as emoções que ainda viverei.
Sabrina Barbosa
Todos os dias depois da aula aquele jovem rapaz, sonhador e aventureiro, visitava seu velho amigo, um senhor humilde, que era jardineiro e amava as flores e seu jardim.
- Como sabemos se estamos amando? - perguntou o jovem.
- Por que perguntas? Está apaixonado por alguém. - quis saber o jardineiro.
- Não sei se estou. Ela tem muitos defeitos - disse o rapaz, desiludido.
- Meu jovem garoto, tu vês estas feridas. - perguntou o jardineiro.
O rapaz continuou calado.
- Vês meu jardim? Vês minhas flores? - continuou o jardineiro - Pois bem, acho que a mais bela de todas é esta, a rosa. Mas, a rosa tem um defeito, seus espinhos machucam. Estas feridas em minhas mãos foram causados por seus espinhos.
- Por que ainda cuida da rosa, se seus espinhos ferem? - perguntou o jovem.
- Já sentiu seu doce perfume? Eu amo a rosa, por isso não me importo com a dor, se é para tê-la, não me importo com seus espinhos.
- Então, se amamos não enxergamos defeitos?
- Pelo contrário - disse o senhor - Se amamos, enxergamos sim seus defeitos, mas amamos mesmo assim, simplesmente amamos.
- Então, se eu a amo, os defeitos não importam, o meu amor por ela é mais forte - disse o rapaz, esperançoso.
Sabrina Barbosa
As pessoas te derrubam, e a vida te ensina a levantar.
Sabrina Barbosa